Fim…
Existiu um amor, um amor que foi tragicamente interrompido pelos meandros da vida. É meio assustador. Passei os últimos meses envolvido com uma pequena chance de tentar ser feliz com um verdadeiro sentimento.
Até onde deu, a publicação dessas cartas me pareceu oportuna.
Muitas cartas, muitos e-mails e, diante de tantas palavras, fui generosamente convidado a publicar algumas coisas. Agora, meu único objetivo em relação as cartas escritas neste blog é organizá-las muito bem, e diante da quantidade do material a ser selecionado, terei uma espécie de tesouro — que, como todo tesouro real, é único.
Que estas cartas tenham sido lidas com atenção sincera e proveito, é o que espero.
Agradeço a todos os leitores que enviaram tantos e-mails.
Chevalier
“Oh, chama de volta o passado, ordena que o tempo retorne.”
Ricardo II, ato III, cena 2.
Richard Matheson, do livro “Somewhere in Time“
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19/02/2009
Há tantas perguntas que vêm e vão, tantos adornos e volúpias, um bálsamo de sentimentos, um coquetel de ilusões.
Gostaria tanto de dizer a você o quão “puro” é este amor que sinto, talvez você nunca entenda, de verdade, o que é isso.
“As estrelas brilhavam. Nunca mais esse felicidade voltará tal qual. A anamnésia me faz transbordar e me magoa.”
não apague as cartas, deixe q sobrevivam as palavras
Valeu à pena ter conhecido esse espaço.
Boa sorte na nova fase de sua vida.
Não deixe de escrever cartas, mesmo que sejam apenas para serem consumidas pelo fogo.
Um abração.
Bárbara