Do you know how it is without anyone?!

Do you know how it is without anyone
Do you know anyone?
Don’t let it go
Never forget that when
I think of you
You’re not alone
Otra Noche
Otra noche que estoy solo
llorando mi mala estrella.
Otra noche que me pierdo
en la fiebre del recuerdo.
¡Otra noche más sin ella!
¿Cuándo acaba esta congoja?,
me pregunta el corazón…
Y yo lo estoy engañando
porque sé que está esperando
inútilmente su amor.
Fim…
Existiu um amor, um amor que foi tragicamente interrompido pelos meandros da vida. É meio assustador. Passei os últimos meses envolvido com uma pequena chance de tentar ser feliz com um verdadeiro sentimento.
Até onde deu, a publicação dessas cartas me pareceu oportuna.
Muitas cartas, muitos e-mails e, diante de tantas palavras, fui generosamente convidado a publicar algumas coisas. Agora, meu único objetivo em relação as cartas escritas neste blog é organizá-las muito bem, e diante da quantidade do material a ser selecionado, terei uma espécie de tesouro — que, como todo tesouro real, é único.
Que estas cartas tenham sido lidas com atenção sincera e proveito, é o que espero.
Agradeço a todos os leitores que enviaram tantos e-mails.
Chevalier
“Oh, chama de volta o passado, ordena que o tempo retorne.”
Ricardo II, ato III, cena 2.
Richard Matheson, do livro “Somewhere in Time“
————————————————-
19/02/2009
Há tantas perguntas que vêm e vão, tantos adornos e volúpias, um bálsamo de sentimentos, um coquetel de ilusões.
Gostaria tanto de dizer a você o quão “puro” é este amor que sinto, talvez você nunca entenda, de verdade, o que é isso.
“As estrelas brilhavam. Nunca mais esse felicidade voltará tal qual. A anamnésia me faz transbordar e me magoa.”
leave a comment